Conto de Fadas Moderno

Abril 26, 2008 at 12:46 pm | In Exclamações | 7 Comments
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Era uma vez uma moça que pediu a um lindo garoto:

-Você quer casar comigo?

Ele respondeu:

- NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, não precisou aguentar mal humor de ninguém porque o time perdeu, conheceu muitos outros garotos, visitou muitos lugares, comprou vários sapatos sem ter que ouvir que ela parecia uma centopéia. Foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, não tinha ninguem para controlar sua vida, sempre estava sorrindo e de bom-humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos (as) e ninguém mandava nela.

O moço teve artrose, gota, hipertensão, o s_ _ o murchou e o p_ _ _ o caiu!!!!

FIM

(autor desconhecido (a))

Déjà Vu? Que nada!

Abril 22, 2008 at 12:11 am | In Exclamações | 3 Comments
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Déjà Vu é quando algo está acontecendo e você fica com aquela sensação que já aconteceu, como se tivesse adivinhando, por segundos, o seu futuro. Isso sempre aconteceu várias vezes comigo, eu adoro essa sensação! Achava que era uma resposta de Deus, algo do tipo: “continua, Lia, você está no caminho certo”. Pois quando isso me acontece é sempre num momento bom, num momento de decisão.

Porém a Revista SuperInteressante explicou tudo na edição deste mês, fiquei arrasada, eis o esclarecimento com base num estudo com pacientes que obtinham o Déjà Vu inúmeras vezes ao dia:

“Tomografias no cérebro desses pacientes mostram que sua massa cinzenta atrofiou no lobo temporal (logo atrás das orelhas), justamente a parte que governa a formação de memórias.

A tese é que essas mentes acessam as lembranças na mesma fração de segundos em que elas são gravadas. E isso causa uma ilusão perene: o presente fica parecendo uma memória. É como se você vivesse o tempo todo no seu passado.”

O poder de uma canção

Abril 18, 2008 at 12:37 am | In Exclamações, Pensamentos Soltos | 3 Comments
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Essas pessoas que não apreciam música devem ser objetos de estudos profundo. Digo música no geral, todos os tipo, sem pré-conceitos. Porque música é para transformar em todos os sentidos: tem aquelas canções que te deixam tristes, outras trazem alegria, outra lembra a infância, outra uma história de amor, outra lembra sacanagens… Enfim, música é música por mais que cada um tenha o seu gosto pessoal. Eu particularmente gosto de rock, blues, jazz, MPB e eletrônica. Mas já fui no Carnaval de Salvador e curti as músicas do Chiclete com Banana, sem medo de ser feliz! E como disse um amigo meu, eu sucumbi à essas canções! rs Mas era o momento, o som, a batida dos batuques realmente contagiam, só quem pôs os pés lá no Circuito do Carnaval Baiano sabe do que estou falando. O negócio é porreta! (como dizem por lá!)

Enfim, resolvi escrever aqui hoje só pra dizer que ontem uma música me tirou da tristeza que eu estava sentindo, de repente, como se um anjo tivesse soprado as primeiras notas ao meu ouvido, cantei “Eu não estou disposto a esquecer seu rosto de vez, e acho que é tão normal. Dizem que sou louca por eu ter um gosto assim, gostar de quem não gosta de mim. Jogue suas mãos para o céu e agradeça se acaso tiver alguém que você gostaria que estivesse sempre com você”

E, acreditem, essa música me deu uma paz, apesar da letrinha triste, me fez um bem danado! Me peguei rindo, recordando as coisas da vida!

Ah, a vida é linda, é bela demais pra ficar deprê!

Pronto, passou! Renovei-me!

Mas meu coração está tão cansadinho que por enquanto só quero saber do meu trabalho, de escrever por aqui, dos meus amigos. E só!

Às vezes é bom dar um tempo pro coração. Eu só admito entrar em outra relação se eu estiver completamente bem. Não quero ficar com ninguém por carência.

E que tudo seja eterno enquanto dure. Até a dor!

O de ontem e hoje

Abril 16, 2008 at 12:49 am | In Indagações, Pensamentos Soltos | 3 Comments
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Acredito que cada um de nós veio ao mundo com certas habilidades. Uns sabem falar em público, outros preferem escrever uma carta. Tem aqueles que não conseguem ler em voz alta, mas adoram livros. Outros que nasceram para ensiar, outros para ser um bom exemplo. Ah, sim, as mães! Não posso me esquecer dessa categoria mais linda. É um dom vindo de outra dimensão essa coisa de ser mãe, de gostar, de saber brincar com crianças, de amar sem limites…

Aos homens foi dado o dom da sabedoria prática: um mais um são dois. Às mulheres a grande sabedoria de transformar pequenas coisas em grandes coisas. Assim: a mulher leva um fora do rapaz, este que fez as contas (1+1=0, por exemplo) e fez a declaração simples e direta “minha querida nós dois juntos não podemos mais. A mulher sorriu, disse se sentir aliviada por ele ter terminado, estava bem. Mas por ela saber transformar pequenas coisas em grandes se derramou em lágrimas quando trancou a porta do quarto. Enquanto o rapaz estava bebendo com os amigos e avistando um belo bumbum.

E assim caminha a humanidade. Quem está lendo tudo isso pode pensar: “A Lia levou um fora”. Não levei, não dessa vez, eu apenas terminei o que era preciso terminar, ele queria continuar da jeito dele, eu do meu, fiz algumas continhas e disse: “assim não quero mais”, então, ele foi embora. Chorei, como se fosse eu que tivesse levado o fora. Mas não. E porque, D. Lia? Eu pergunto a mim mesma. Já não sei mais. Eu fiz o que fiz porque achei melhor, porque fiz minhas continhas e não valia a pena. E eu sou uma pessoa que gosta de fazer coisas que valham a pena, sejam elas pequenas ou grandes coisas.

Esse sofrimento de hoje vale mais a pena do que ter podido sorrir ontem.

Olha só: vivemos nessa tentativa estúpida de rótulos, quanta bobagem! Há homens sentimentais, há mulheres frias, há aqueles que se dividem, são dois, são três. E quem mais se importa? Eu não! Vou chorar mais alguns dias e daqui a pouco vai estar tudo bem.

Me deixem com meu wisky.

Ouvindo: “Black Hole Sun - Chris Cornell”

Distraídos

Abril 11, 2008 at 10:04 pm | In Literatura | 1 Comment
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“Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que, por admiração, se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos!

Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.”

Para não esquecer – Clarice Lispector

Sentimentos

Abril 7, 2008 at 12:05 am | In Pensamentos Soltos, Relacionamentos | 6 Comments
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Eu preciso ao menos tentar. Olhar o caderno de receitas e não pensar que tal receita te agradaria, porque todos os nossos jantares foram esquecidos, ao menos deveriam ser.

Preciso dirigir meu carro sem olhar pra direção da sua casa, preciso me concentrar mais.

Eu gostaria de não me importar se amanhã fará chuva ou sol, porque isso ou aquilo pode atrapalhar sua caminhada matinal.

Vou esquecer que tenho celular, para não ver a luz piscando, diz que alguém me ligou. Queria não pensar ser você. Não é.

Quero trocar o meu lençol, usar algum que não dividi com você. Sendo assim, precisarei comprar lençóis novos.

Eu sinto uma angustia que o cigarro já não resolve. Ver sua foto já não me acalma. E se eu tentar dormir, você estará por lá também.

Como é ruim esperar o que não se espera.

Lágrimas

Abril 6, 2008 at 11:15 am | In Comportamento, Indagações, Pensamentos Soltos, Relacionamentos | 2 Comments
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Tem dias que as lágrimas insistem, você até se esforça para elas não chegarem, finge que não é com você. Mas de repente você está lá - dirigindo, comendo, fumando, tomando banho, trabalhando, rindo de uma piada - mas, mesmo assim, ela vem. Lubrifica seus olhos sem você querer, a garganta trava, a voz não sai. Ela brota, mesmo que você não regue. Simplesmente vem, mesmo que você não queira lembrar por quê.

Ouvindo: “Los Hermanos - Retrato pra Iaiá”

Assim começa uma segunda-feira

Março 31, 2008 at 11:13 pm | In Exclamações, Homens, Indagações | 5 Comments
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Então, como sempre, acordei às 6:00, um pouco antes das sete já estava indo em direção ao meu carro, reparei que deixei a luz interna acesa…. Pensei “f***”. E assim foi feito - bateria arriada, eu precisando do carro….

Sem ‘estresse’, liguei num para o Seguro do carro, depois de apertar vários botõezinhos, “para falar com um dos nosso atendentes, tecle 5″, assim fiz: “Querida, arriou a bateria do meu carro, você pode mandar alguém pra concertar?” Respondi a todas as perguntas comuns: nome, CPF, placa de veículo e ouvi “senhora, o seu seguro não foi renovado”, “como assim, moça?”, “não consta em nosso cadastro a renovação”, eu super calma “ok, obrigado” Desliguei. E lembrei que sexta-feira passada a moça da Seguradora ficou de me ligar para acertarmos a forma de pagamento, porém a eficiente não ligou… “ok, hoje é segunda-feira, não vou me stressar”.

Liguei para o “Disk-bateria”. “Moça se não for a bateria cobro 20 reais a visita”. “É a bateria.” Respondi seca. Se tem uma coisa que me irrita são esses homens bobões que acham que uma mulher não é capaz de saber o que acontece com o carro. Hã!

Ele falou que demoraria 40 minutos. Duvidei e aproveitei para tirar um longo cochilo (tirei a roupa de trabalho, botei meu pijaminha de volta!) Dormi das 7:20 as 8:40 e nada do rapaz da bateria. Ele apareceu 9:40 e recarregou a bateria do carro. Quase falei “tá vendo, mané, eu disse que era a bateria!”. Mas pensei “hoje é segunda-feira, não vou estragar o meu dia”

E fui feliz e contente trabalhar as 10:00 :)

O resto do dia correu tranqüilo, o carro já está novamente com Seguro e agora vou dormir feliz e contente.

Conclusão: Eu driblei a Lei de Murphy! Uhuu!!!
(ou fiz de conta que não era comigo?)

Sábado, faculdade, a diarista e sono

Março 29, 2008 at 5:47 pm | In Comportamento, Dúvidas, Exclamações, Indagações, Relacionamentos, e-mail e afins | 6 Comments
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Durante a semana acordo às 6:00, mais tardar 6:20 e durmo não antes da meia-noite, sempre! Não consigo pegar no sono antes disso. Admiro meu avô que passa todo o dia tirando preciosos cochilos, talvez seja por isso que ele tem seus 93 anos muito bem vividos (dormidos)! Mas ainda sou adepta a célebre frase de Cazuza: “prefiro viver 10 anos a 1000, que 1000 anos a 10.” Essa frase combina com aquela da “qualidade e não quantidade.” Enfim… não importa. Cada um que viva sua vida da melhor maneira que considerar boa, correta e divertida.

Só sei que hoje estou cansada, a diarista acabou de ir embora, o meu apartamento está um verdadeiro primor. Ela teve a coragem de perguntar “quanto tempo que ninguém limpa aqui?” Eu levei na esportiva: “eu só limpo onde o padre passa, minha mãe ensinou assim”. E achei melhor ler um livro, não porque não gosto de conversar com ela, não! Mas eu estou tão cansada hoje… Vim aqui para o computador escrever um pouco, distrair. Comecei a escrever sobre esse livro, mas fui interrompida pela diarista “posso limpar seu quarto”, “pode”, fui cochilar no sofá. Acordei com o celular dela tocando, fiquei impressionada com o aparelho super moderno dela, toca até MP3! Não cheguei à esta tecnologia ainda, meu celular limita-se a ligar e receber ligações, afinal, não é essa a função dele? Ok, confesso, estou babando por esse celular aqui, vou comprar. E como diz o meu pai “só no Natal”. Porque têm o 13º Salário.

Falando em 13º Salário eu já recebi zilhões de vezes um e-mail dizendo o fim do 13º Salário sendo votado na Câmara dos Deputados. Será verdade? Ou mais um daquelas lendas urbanas. Sabe que muitas vezes tenho medo que roubem meu rim numa festa? Há!

Eu preciso dormir, essa é a verdade. E preciso me alimentar melhor também. Sou mais preguiçosa que faminta. Alguém conhece receitas fáceis, práticas e baratas?

Aprendi várias coisas morando sozinha em tão pouco tempo:

1. A casa não fica constantemente limpa se você não fizer alguma coisa

2. A louça precisa ser lavada sempre

3. Lavar roupas brancas é dificílimo

4. Ter tapete felpudo dá um trabalho e gera um gasto de 80 reais para lavar.

5. É preciso comprar água mineral.

6. O quilo do tomate têm uma variação muito grande de preço. Idem cebola e batatas.

7. Produtos de limpeza são caros!

8. Qualquer ida básica ao supermercado gera um custo de 50 reais, no mínimo

9. Visitas é um saco

10. Morar sozinha é a melhor coisa do mundo!

Ah, sim… comecei o texto reclamando do sono. Estou com sono, vou cochilar agora e dar um aviso importante: não faça aulas de Direito Trabalhista ao sábados pela manhã, acaba com a gente.

Boa tarde, bom dia, boa noite.

Ouvindo: “Right Now - Pussytcat Dolls”

Rafinha BB8 e eu

Março 26, 2008 at 12:46 am | In Baboseiras, Exclamações, Indagações, Notícias | 3 Comments
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Acabei de ganhar uma caixa de cerveja por ter apostado no Rafinha como vencedor do BB8.

Ele ganhou 1 milhão, eu uma caixa de cerveja. Humpft!

Faça como eu, contente-se com a cerveja e seus acessórios clicando aqui!

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