Eu não te amo mais, tchau!

O filme Closer é um bom exemplo daquelas coisas que ou se ama ou se odeia. Eu amo esse filme, porque o acho muito verdadeiro, intenso, honesto… apesar das traições cometidas.

Já assisti várias vezes e cada vez gosto mais de uma personagem e menos de outras. A minha preferida é a Alice (Nataly Portman), as outras três personagens se qualificam numa categoria mais parecida, acho-os previsíveis.

Enfim, estou a escrevir isto aqui porque gosto da maneira como Alice simplica os relacionamentos:

Por que você foi embora?

Problemas com um macho.

Namorado?

Tipo.

E o deixou, simplesmente?

É o único jeito de se terminar. “Não te amo mais. Adeus.”

E supondo que ainda o amasse?

Não iria embora.

Nunca deixou alguém que ainda amasse?

Não.

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O ano realmente começou

A faculdade me chama novamente, troquei de Universidade, de casa, de cidade… algum dia eu conto os detalhes a vocês. Por enquanto o que tenho é aquela sensaçãozinha ridícula de novidade no ar: será que vou ter uma turma legal para tomar cerveja depois da aula? Será que vou ter um professor bonitão? (ah, sim, eu sou uma mulher-menina-com-surtos-de-adolescente-boba)

Não vou pensar nas matérias que não corresponderam com a grade da outra Universidade, não vou, quero ser feliz.

Ah, parece que caminhei um ano pra trás no quisito ‘alcançar o diploma’. Tudo, tudo bem, vamos pensar no lado positivo e torcer para que tudo realmente seja o que desejamos.

Esses dias perguntaram minha idade: 25 anos, honey!

E porque ainda não terminei a faculdade? É uma história longa demais, quase um Almodóvar com pitadas de Tarantino, um dia conto tudo.

Alguém viu o eclipse? Foi lindo!