Selo e Carnaval

Ganhei um adoravel selinho do blog do Búfalo. Uma graça!

Todos os blogs linkados aqui (a direita) são merecedores desse selo. Afinal eu só linko os blogs maneiros! o/

As regras estão lá no blog do Búfalo. Obrigada querido!

Mudando de assunto: não gosto de Carnaval, não tem jeito. Até já fui no Carnaval de Salvador, num camarote, mas não gosto, sem chances. Primeiramente porque o axé não me agrada, segundo porque estou ficando velha e som alto demais me incomoda, terceiro porque não gosto que pessoas desconhecidas encostem em mim. Ah, sou uma chatona!

Meu amorzinho foi viajar, estou sozinha, longe das pessoas que amo! Mas logo passa. Até uva-passa! (piada idiota.)

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O de ontem e hoje

Acredito que cada um de nós veio ao mundo com certas habilidades. Uns sabem falar em público, outros preferem escrever uma carta. Tem aqueles que não conseguem ler em voz alta, mas adoram livros. Outros que nasceram para ensiar, outros para ser um bom exemplo. Ah, sim, as mães! Não posso me esquecer dessa categoria mais linda. É um dom vindo de outra dimensão essa coisa de ser mãe, de gostar, de saber brincar com crianças, de amar sem limites…

Aos homens foi dado o dom da sabedoria prática: um mais um são dois. Às mulheres a grande sabedoria de transformar pequenas coisas em grandes coisas. Assim: a mulher leva um fora do rapaz, este que fez as contas (1+1=0, por exemplo) e fez a declaração simples e direta “minha querida nós dois juntos não podemos mais. A mulher sorriu, disse se sentir aliviada por ele ter terminado, estava bem. Mas por ela saber transformar pequenas coisas em grandes se derramou em lágrimas quando trancou a porta do quarto. Enquanto o rapaz estava bebendo com os amigos e avistando um belo bumbum.

E assim caminha a humanidade. Quem está lendo tudo isso pode pensar: “A Lia levou um fora”. Não levei, não dessa vez, eu apenas terminei o que era preciso terminar, ele queria continuar da jeito dele, eu do meu, fiz algumas continhas e disse: “assim não quero mais”, então, ele foi embora. Chorei, como se fosse eu que tivesse levado o fora. Mas não. E porque, D. Lia? Eu pergunto a mim mesma. Já não sei mais. Eu fiz o que fiz porque achei melhor, porque fiz minhas continhas e não valia a pena. E eu sou uma pessoa que gosta de fazer coisas que valham a pena, sejam elas pequenas ou grandes coisas.

Esse sofrimento de hoje vale mais a pena do que ter podido sorrir ontem.

Olha só: vivemos nessa tentativa estúpida de rótulos, quanta bobagem! Há homens sentimentais, há mulheres frias, há aqueles que se dividem, são dois, são três. E quem mais se importa? Eu não! Vou chorar mais alguns dias e daqui a pouco vai estar tudo bem.

Me deixem com meu wisky.

Ouvindo: “Black Hole Sun – Chris Cornell”

Lágrimas

Tem dias que as lágrimas insistem, você até se esforça para elas não chegarem, finge que não é com você. Mas de repente você está lá – dirigindo, comendo, fumando, tomando banho, trabalhando, rindo de uma piada – mas, mesmo assim, ela vem. Lubrifica seus olhos sem você querer, a garganta trava, a voz não sai. Ela brota, mesmo que você não regue. Simplesmente vem, mesmo que você não queira lembrar por quê.

Ouvindo: “Los Hermanos – Retrato pra Iaiá”