Dia cinza

De tudo lindo que tenho na vida a parte chata é que não gosto de dar explicações. É muito chato estar numa roda de amigos e ficar se explicando.

Os “porques” da vida ainda me matam.

Ontem, entre um cigarro e outro, descobri uma escritora: Alejandra Pizarnik. Ela não está mais aqui entre nós. Porém, sinceramente, escritores nunca estão. Vivem em outro planeta!

La vida perdida para la literatura por causa de la literatura. Por hacer de mí misma un personaje literario en la vida real fracaso en mi intento de hacer literatura con mi vida real, ya que la última no existe: es literatura.”

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11 comentários sobre “Dia cinza

  1. O livro deve ser aberto suavemente para não chorar, tocado com delicadeza para não machucar,dentro dele cada página é um orgão, cada letra é uma célula,ali corre o sangue do escritor.
    elisabete cunha
    *Respeito os livros, admiro os escritores…..

  2. Se você gosta da Bravo, vou lhe dar uma boa dica então. Na minha opinião, o melhor colunista da Bravo é o Alexandre Soares Silva, que na última edição escreveu um ensaio intitulado – se não me engano – A Arte da Obscuridade, nas páginas finais da revista, seção Ensaio. Pois ele tem um blog. Vá nos meus links e clique em Alexandre Soares. Recomendo.

  3. No hay cosa mejor que leer Pizarnik. La leí mucho en la cátedra de teoría literaria.
    Cá entre nosotros, para muchos estaba chiflada, pero para mí tenía un “insight” particular de la vida.

    Abraço.

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